A razao deste post e’ no minimo estupida: qual a diferenca entre um ecologista e um ambientalista?
Aparentemente, nenhuma, pensara’ imediatamente quem ler isto… mas para mim, ha’!
Tomando uma abordagem linguista, “ecologista”=”ecos – Terra, planeta” + “logia – ciencia”, alguem que estuda, se preocupa com o mundo em que vivemos; “ambientalista”=… “ambiente”?, enfim, nao deriva de nada… ou seja, nao existe uma razao de ser para essa palavra…
Podera’ ser picuinhice, mas este raciocinio basta-me para perguntar entao “Qual e’ a utilidade, funcao, tarefa de um ambientalista?”
A resposta situa-se quase sempre no quadrante politico [ infelizmente... ], e como alguem disse, “resume-se a uma porcao de individuos que se calam quando lhes damos o dinheiro que pretendem!”
Que a minha filosofia nao seja mal interpretada, eu levo [ ate' bastante ] a serio o efeito de estufa, a degradacao da camada de ozono, a reducao das areas verdes, as energias renovaveis, os 3 “R”, a poupanca energetica e outros temas emergentes com impacto global, mas o que me causa profundo asco, sao os pseudo-argumentos que pretensos ecologistas declaram para justificar as suas accoes…
Tenho visto muitos, mas um deles ( que me levou finalmente a manifestar ) foi uma accao da Greenpeace em Berlim em que eles largaram um montao de lampadas incandescentes no meio duma praca para depois esmagar com um cilindro…
Naturalmente que o video do evento foi colocado no Youtube, mas o que esse video nao refer sao aspectos como:
- era realmente preciso usar um cilindro ( que e’ tudo menos “amigo do ambiente” ) para esmagar as lampadas?
- as lampadas eram novas? se eram, foi uma boa maneira de gastar o dinheiro que angariam que se queixam de ser pouco… e um bom uso… “A nossa empresa e’ a que produz as lampadas para a Greenpeace esmagar”
- quem e’ que limpou aquilo? Foram eles ou deixaram para os servicos de limpeza? E qual o rumo dado aos pedacinhos de vidro resultantes? Aspirados e largados em vidroes que nao os vedam? Largados como lixo comum?
- perguntaram aos transeuntes se accao tinha surtido efeito ou se tinha sido apenas mais um espectaculo de rua?
- quantas pessoas, tempo, dinheiro e recursos tinham sido envolvidos para no fim resumir-se a um tipo num cilindro das obras a esmagar lampadas e uma fulana a dizer para usar as economizadoras se as tiver e se nao tiver, paciencia!
Nao se pode construir uma baragem num sitio qualquer, por causa de razoes de engenharia, economia, e claro impacto ambiental! Mais uma vez o ambientalista serve, nao para ajudar, mas para bloquear o processo.
Um desses habitantes num pais europeu cujos rios nao dao para construir baragens ( por serem poucos e fracos! ) disse numa conferencia que os portugueses tinham um aproveitamento hidrologico MAU e que tomara ele ter rios como os nossos la’ na sua terra!
Nao e’ por falta de projectos de baragens [ alguns ate' ja' com mais de 15 anos ]; ha’ que agradecer mais uma vez aos ambientalistas por impedirem a aprovacao dos projectos, obrigando portugal a comprar energia ["nao-verde"], quando a podia ja’ estar a vender.
Agradecimentos tambem pela “maior quinta fotovoltaica” que tansformou o alentejo de “o celeiro de portugal” na “pilha de portugal” ( mais uma machadada na – ja’ muito forte… – agricultura ).
Pode-se dizer que a actividade dos ambientalistas e’ contra-producente!
Recordo-me de ser proibida a actividade agricola numa zona protegida para nao perturbar a fauna existente.
Passado algum tempo, repararam que a populacao de aves de rapina estava a dimuir…
Descobriram afinal que, com a cessacao da agricultura, deixou de haver ratos para as elas comerem, e ordenou-se semear cereais… mas nao voltaram atras com a proibicao da agricultura!
Nao e’ preciso ser ambientalista, para ter consciencia ecologica!